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Desde: 17/03/2000      Publicadas: 26928      Atualização: 01/12/2009

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 Notícias com Baixa Repercussão

  29/07/2007
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Motor bicombustível, criação brasileira


O mês de março de 2003 viu um tanto incrédulo surgir nas ruas brasileiras o primeiro automóvel equipado com a tecnologia bicombustível. Ou seja, movido ora a gasolina, ora a álcool - dependendo do humor do mercado e do clima, do preço nas bombas dos postos e da opção soberana do dono do veículo. Uma verdadeira revolução, a tecnologia, Software Flexfuel Sens, foi desenvolvida pela divisão Powertrain da fabricante de autopeças Magneti Marelli, instalada em Hortolândia, no interior de São Paulo.

Mais que uma simples inovação, que prova a criatividade brasileira, a novidade gerou uma febre.

De acordo com dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), aproximadamente 12% da frota brasileira atual é bicombustível e o crescimento é exponencial. Por ser pioneira, a Magneti Marelli se posicionou confortavelmente no segmento e detém 47% desse mercado, como fornecedora da Fiat, Ford, Volkswagem e Toyota. "Quando lançamos a tecnologia no País não imaginamos que chegaríamos tão longe", confessa Silverio Bonfiglioli, presidente da Magneti Marelli Powertrain.

Atualmente, com o mundo exigindo a adoção do motor biocombustível, é difícil calcular o potencial do negócio. Bonfiglioli adianta que a empresa já está em negociação com os mercados europeu, chinês e norte-americano para iniciar a exportação da tecnologia. "Deveremos ter alguma novidade sobre isso em 2008 ou 2009", espera.

O Software Flexfuel Sensor é um programa de computador inserido no módulo de comando da injeção eletrônica que faz com que o veículo possa rodar com álcool, gasolina, ou qualquer mistura dos dois combustíveis, sem perda de potência. A tecnologia é 100% nacional e recebeu investimentos, desde o início do seu desenvolvimento em 1998, de R$ 18 milhões. Nos últimos anos foram investidos cerca de R$ 37 milhões no centro tecnológico da divisão Powertrain. Em contrapartida, as tecnologias desenvolvidas possibilitaram um faturamento de R$ 350 milhões da unidade no ano passado. Este resultado representa mais de 23% do total faturado pelo Grupo Magneti Marelli em território brasileiro. (ECOPRESS COM INFORMAÇÕES DA GAZETA MERCANTI - 30/07/07, ÀS 9H01)



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