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Desde: 17/03/2000      Publicadas: 26928      Atualização: 01/12/2009

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 Notícias com Baixa Repercussão

  08/08/2007
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Britânicos fazem parceria no biodiesel


A companhia britânica de investimentos Trading Emissions Plc (TEP), uma das maiores no segmento de crédito de carbono, associou-se à goiana Bionasa Combustível Natural para a produção de biodiesel no país. Pelo acordo, a britânica fez uma injeção de capital de R$ 125 milhões na empresa, tornando-se sócia.

Com novos recursos, a Bionasa planeja fazer investimentos de R$ 256 milhões até 2010 para implantar uma usina de biodiesel com capacidade para produzir 400 milhões de litros do biocombustível por ano. O processo de associação foi intermediado pela Mercatto Investimentos e pelo escritório MHMK Sociedade de Advogados. Paulo Henrique Todaro, sócio-diretor da Mercatto Investimentos, observou que a negociação durou cerca de um ano.

De acordo com o projeto, observa, a Bionasa fará um investimento de R$ 131 milhões neste ano para implantar a unidade de biodiesel, que será instalada em Porangatu, na região norte de Goiás. Na primeira fase, a usina terá capacidade para produzir 200 milhões de litros de biodiesel por ano. A previsão é que a fábrica inicie as operações em julho de 2008. Entre as matérias-primas eleitas para a produção do biocombustível estão soja, girassol e sebo bovino, em função da oferta disponível no Estado.

A empresa também avalia a utilização do pinhão-manso. "A operação será positiva para a TEP, que entra no mercado brasileiro de biodiesel, e para a Bionasa, que alavancou capital para expandir suas operações", afirmou Todaro. Procurado, o presidente da Bionasa, Francisco Barreto, preferiu não fornecer mais detalhes sobre a operação.

De acordo com Todaro, da Mercatto, o objetivo inicial da empresa é comercializar o biodiesel nos mercados interno e externo. "Ainda existe muita indefinição no mercado internacional em relação aos preços futuros do biodiesel", disse. Os volumes a serem destinados a cada mercado ainda não foram definidos. Pelo acordo fechado entre as empresas, a TEP terá direito de comercializar o biocombustível e os créditos de carbono gerados a partir da produção das matérias-primas. (Ecopress com informações do Valor Econômico - 08/08/07, às 11h43).



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