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Desde: 17/03/2000      Publicadas: 26928      Atualização: 01/12/2009

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 Eco Watch

  13/09/2007
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Etanol deve ser sustentável, diz senador francês


Apesar de demonstrar interesse pelo o uso de etanol em substituição à gasolina na frota de veículos, a França está preocupada com a possibilidade de haver um desequilíbrio entre a produção agrícola para atender as demandas por alimentos e álcool. "A França se insere nas perspectivas da União Européia de usar o etanol, mas é preciso se chegar a um equilíbrio no álcool sobre a produção agrícola. Já estamos vendo aí o preço (alto) do trigo"", disse o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado da França, senador Jean Paul Emorine, em reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, ontem na sede da instituição. Uma comissão francesa veio ao País conhecer o agronegócio do País.

Emorine atribuiu a alta dos preços do trigo à forte demanda pelo grão que vem sendo usado em substituição ao milho na ração animal. O milho vem sendo demandado para a produção de etanol nos Estados Unidos, onde se que produz 20 bilhões de litros anuais - volume semelhante ao do Brasil. Os dois países são os grandes produtores mundiais.

O senador francês disse que a França tem interesse em abrir o mercado agrícola e demonstrou o interesse pelos investimentos na área de infra-estrutura do Brasil. "A frança está disposta a avançar nas negociações comerciais"", disse. Emorine enfatiza que a área agrícola da França é limitada - o plantio atinge 30 milhões de hectares - em relação ao potencial brasileiro que cultiva cerca de 50 milhões de hectares. "A França deve se orientar para nichos de (produtos) com qualidade"", disse ele.

Pelas informações do senador francês, o diretor titular adjunto da Fiesp, Thomaz Zanotto, concluiu que a França quer abrir o mercado agrícola, já que pretende se especializar em alguns produtos domésticos.

Uma das oportunidades que pode surgir para o País é no setor de açúcar, já que, segundo Zanotto, não faz sentido os franceses produzirem o produto a partir de beterraba, pois o custo de produção é alto. No Brasil, o custo de produção é de US$ 180 a tonelada, já na França, é US$ 600. Em 2006, o Brasil teve déficit de US$ 168,492 milhões na balança comercial com a França, com exportações de US$ 2,669 bilhões e importações de US$ 2,837 bilhões. (Ecopress com informações da Gazeta Mercantil - 13/09/07, às 10h05)



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