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 Eco Watch

  08/11/2006
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Desmatamento na Amazônia cresceu


Devastação dos últimos quatro anos, de 84,4 mil km² de florestas, foi a mais alta desde início dos registros, em 1988 o desmatamento na Amazônia aumentou nos quatro anos do governo Lula (entre 2003 e 2006) em comparação ao segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1999 a 2002) " mesmo com a redução, este ano, de 30% no ritmo de desmatamento comemorado pelo governo.

De acordo com levantamento do Instituto Socioambiental (ISA), a partir de imagens de satélite do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram desmatados, no governo Lula, 84,4 mil km² de florestas, número mais alto num quadriênio desde que a devastação começou a ser contabilizada, em 1988.

No segundo governo Fernando Henrique, a devastação chegou a 76,9 mil km² e, no primeiro governo, a 77,8 mil km².

Em 2006, cinco campos de futebol devastados por minuto O secretário de Biodiversidade de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, confirmou os dados do ISA. Segundo ele, o desmatamento começou a crescer em ritmo mais acelerado entre 2001 e 2002, no fim do governo anterior, e chegou a 27 mil km² (segundo pior resultado da história) em 2004, quando foi criado o Plano de Prevenção e Controle de Desmatamentos e o ritmo da devastação começou a diminuir.

" Nosso desafio era fazer o desmatamento voltar ao patamar anterior, o que os especialistas consideravam impossível.

O desmatamento ainda é altíssimo, mas isso nós conseguimos " disse Capobianco.

Em 2006, pelos dados preliminares do Inpe, foram devastados 13.137 km². O ISA diz que, mesmo no patamar deste ano, comemorado pelo governo, a devastação equivale a 1,5 km² por hora ou cinco campos de futebol por minuto. Em quatro anos, nesse ritmo, serão devastados 16 milhões de campos de futebol. Ao todo, a Amazônia já perdeu uma área maior que Bahia, Pernambuco e Alagoas juntos.

De acordo com o ISA, nos últimos quatro anos o Brasil emitiu, a partir do desmatamento, 996 milhões de toneladas de carbono. Entre 2005 e 2006, o desmatamento da Amazônia foi responsável por mais de 60% do total dessas emissões. Para Capobianco, o desafio do governo é manter a diminuição do ritmo de desmatamento.
(OG-RJ-08/11/06)



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